Benefícios

Geely EX2 cai para R$ 99.001 e desafia BYD agora em maio

Geely EX2 cai para R$ 99.001 e desafia BYD agora em maio

Geely EX2 despenca para R$ 99.001 e aumenta pressão sobre a BYD

O Geely EX2 começou maio com uma estratégia que pode mexer diretamente na disputa entre os elétricos urbanos no Brasil. A marca chinesa decidiu reduzir fortemente o preço do hatch para públicos profissionais, especialmente taxistas e motoristas de aplicativo, colocando o modelo em uma faixa que até pouco tempo parecia improvável para um carro elétrico. A movimentação aumenta a pressão sobre a BYD, principalmente em um momento em que o Dolphin Mini se consolidou como uma das principais referências entre compactos eletrificados.

Com descontos agressivos e foco em quem roda muito todos os dias, a Geely tenta ganhar espaço justamente no público que mais calcula custo por quilômetro. O EX2 aparece com condições específicas para taxistas e profissionais de aplicativo, dois segmentos que passaram a olhar os elétricos com mais atenção nos últimos meses. A estratégia acontece porque esse público costuma priorizar economia de combustível, manutenção reduzida e menor custo operacional no trânsito urbano. Além disso, o crescimento da concorrência entre marcas chinesas abriu espaço para disputas mais agressivas no preço final. O Geely EX2 Pro parte de R$ 99.001 para taxistas, considerando os benefícios fiscais da categoria e o desconto adicional aplicado pela fabricante. Já para motoristas de aplicativo, o mesmo modelo aparece por R$ 117.610.

Na versão mais equipada, chamada EX2 Max, os valores sobem para R$ 109.396 para taxistas e R$ 129.960 para profissionais de app. A condição abaixo dos R$ 100 mil chama atenção porque aproxima o EX2 de modelos compactos a combustão e aumenta o impacto direto sobre a BYD no segmento urbano. A Geely sabe que apenas reduzir o valor não garante espaço no mercado brasileiro. Por isso, o EX2 também aposta em um conjunto voltado ao uso diário nas cidades. O hatch elétrico entrega motor de 116 cv e autonomia de 289 km segundo o Inmetro. Para quem trabalha com corridas urbanas, os números entram justamente na faixa considerada suficiente para grande parte das rotinas.

Outro ponto importante está no porta-malas de 375 litros, um volume acima do esperado para um elétrico compacto. Enquanto isso, a BYD continua forte no setor com o Dolphin Mini, que virou referência entre consumidores que buscam um elétrico mais acessível. A disputa entre Geely e BYD mostra que o mercado de elétricos no Brasil entrou em uma fase mais competitiva. Até pouco tempo, os preços dos elétricos eram um grande obstáculo para a adoção em massa, mas agora as marcas estão trabalhando para tornar esses veículos mais acessíveis e competitivos em relação aos modelos a combustão.

0

Deixe um comentário

Link copiado!