Bolsa Família agora tem auxílio de R$ 1.621 veja como trocar e aumentar benefício
O Bolsa Família passou por uma mudança significativa que permite aos beneficiários trocar o repasse tradicional por um novo auxílio do governo, com um valor de R$ 1.621. Essa alteração visa ajudar famílias que enfrentavam dificuldades ao acumular benefícios, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas) e o Bolsa Família. A nova regra autoriza o desligamento voluntário do auxílio básico para garantir um depósito mensal de R$ 1.621, proporcionando um alívio financeiro mais substancial.
A mudança foi oficializada pelo INSS e permite que os titulares do Bolsa Família migrem para o BPC/Loas de forma mais rápida e segura. Anteriormente, a acumulação de auxílios no mesmo CPF frequentemente causava bloqueios ou atrasos na liberação do benefício. Com a nova regra, o titular pode assinar a renúncia do programa antigo no momento em que solicita o BPC, agilizando a análise e reduzindo o risco de negativas automáticas. Essa transição é especialmente benéfica para cidadãos que não têm condições físicas ou mentais de trabalhar para garantir o próprio sustento.
A troca está disponível para pessoas que atendem a certos critérios. Idosos com idade igual ou superior a 65 anos que vivem em situação de vulnerabilidade extrema podem solicitar a transição. Além disso, pessoas com deficiência (PCD) que têm impedimentos físicos, mentais ou intelectuais de longo prazo que limitam a participação na sociedade também são elegíveis. A renda por pessoa do grupo familiar deve ser, em média, de até 1/4 do salário mínimo, aproximadamente R$ 405. É importante ressaltar que não é necessário ter pago a Previdência Social antes para garantir a aprovação.
A decisão de cancelar o auxílio atual deve ser tomada com cautela. Antes de assinar a renúncia voluntária, é recomendável agendar uma avaliação social detalhada no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município. O BPC exige perícia médica e uma análise rigorosa, e a mudança nas datas de pagamento também deve ser considerada. O cronograma de pagamento abandona a regra do número do NIS e passa a seguir a numeração oficial de segurado da previdência.
